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Sempre
que chega esta época do ano, somos convidados a refletir sobre o ano que
está findando, paramos para pensar no que fizemos de bom, o que nos
aconteceu em nossas vidas, onde erramos e também no que deixamos de fazer.
Este tempo nos remete ao convívio familiar, nos faz traçar planos, nos
convida a pensar, a confraternizar, a planejar nossas férias, a fazer novas
promessas, enfim nos conduz a um completo Balanço Geral.
Pois,
aproveitando o linguajar próprio da contabilidade, queremos desejar que
nossas aspirações sejam “Realizáveis a Curto Prazo”, queremos que o amor
esteja “Disponível”, que nossas dívidas possamos pagá-las a “Curto Prazo” e
que no final do próximo ano possamos dizer que o “Resultado do Exercício”
foi positivo. Queremos que a harmonia não seja algo “Realizável a Longo
Prazo”, que nosso convívio seja proveitoso e proporcione “dividendos”, que
no final o “Ativo” seja maior que o “Passivo” em nossas contas.
Neste
Balanço Geral, possamos colocar na coluna dos “Lucros” as nossas amizades,
antigas ou novas, que possamos ter a paz não como “intangível” mas como
“permanente”. Esperamos que a vida nos conduza ao “lucro” da fraternidade.
Que nosso “débito” para com o próximo seja cada vez mais diminuído.
Nossos
votos são de um Ano Novo repleto de realizações.
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